sushi.

quando a última esperança é algo em que nem sequer acreditamos *grunhido*

o mundo grita-me todos os conselhos, direcções e acções… e eu aqui. À espera. Do resultado de seguir tudo de forma mais rigorosa. De ouvir com atenção e cumprir.

de ser uma pessoa decente.

de prefigurar tudo necessário.

e espero… e espero… e tento alterar, e cumprir, e fazer… e espero, e espero…

só me sinto capaz de dizer – “não percebo”.

repito até à exaustão mental e física, repito pois posso desencadear uma qualquer reacção cósmica que me ilumine.

é como falar outra língua. É não ser humana. Ter caído neste planetas de algo parecido a um pára quedas (em conceito – na prática sou de outro planeta, lá é tudo muito diferente pressuponho).

e tento explicar, falar, fazer desenhos e fazer-me compreender (absurdamente simplista este esforço).

nunca previamente me encontrei tão decidida a resolver
nunca previamente considerei o mundo tão estranho, foreign, descompassado de mim


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